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Contamos com a parceria de empresas 100% nacional, e consultores  altamente qualificados para solução e serviços relacionados à todos e quaisquer problemas ambientais, visando sempre o Desenvolvimento Sustentável e a Eco-eficiência

Abaixo a relação de alguns serviços:

  • Análise Preliminar de Risco
  • Auditoria Ambiental
  • Investigação Ambiental Preliminar
  • Investigação Ambiental Confirmatória
  • Investigação Ambiental Detalhada
  • Avaliação de Risco Toxicológico à Saúde Humana
  • Avaliação de Risco Ecotoxicológico
  • Modelamento Matemático, GIS e Banco de Dados Ambientais
  • Estratégias de Gerenciamento Ambiental Integrado
  • Estudo de Alternativas de Remediação
  • Plano de Adequação Ambiental
  • Projetos, Execução e Obras de Engenharia Ambiental
  • Dimensionamento, Implantação e Operação de Estações de Tratamento de Efluentes Industriais
  • Projetos de Carbono
  • Software livre em tecnologia GEO-SIG Sistema de Informações Geográficas
  • Incineração e destinação final de resíduos

Análise Preliminar de Risco

A Análise Preliminar de Riscos (APR) é uma técnica de identificação de riscos originária de programas de segurança militar posteriormente adaptados para instalações industriais. De modo geral, a APR fornece quatro elementos importantes a partir da investigação dos riscos e dos locais de vulnerabilidade:

• Identificação de situações que possam produzir perigos ou perdas;

• Identificação dos perigos e suas possíveis causas;

• Estimativa qualitativa dos efeitos ou conseqüências da ocorrência de tais situações;

• Indicação de medidas para minimizar os riscos e/ou perdas.

A APR tem como objetivo reconhecer os perigos e riscos ambientais, atuando preventivamente de modo a reduzir o tempo e os custos no planejamento e implantação de sistemas preventivos para preservação ambiental. A aplicação deste procedimento em instalações já existentes possibilita correções e adequações dos níveis de segurança do processo e riscos ambientais às normas e padrões nacionais e internacionais.

Auditoria Ambiental

A Auditoria Ambiental conduz ao entendimento do potencial impacto ambiental associado a uma determinada área, bem como a identificação de não-conformidades legais do processo produtivo relativas ao meio ambiente. A Auditoria Ambiental é uma ferramenta importante em processos de implantação de sistemas de qualidade, como o ISO 9000/9001/14.000/14.001/14.064.

É importante salientar que as áreas classificadas como potencialmente poluidoras devem obter, junto ao órgão responsável, as licenças requeridas para a implantação e operação de auditoria ambiental.

Investigação Ambiental Preliminar

A etapa de Investigação Ambiental Preliminar consiste basicamente na elaboração de um diagnóstico inicial das áreas potencialmente contaminadas, com base no levantamento de informações existentes e de informações coletadas em inspeções de reconhecimento na área industrial através de visita in loco , considerando os processos industriais, operacionais e de estocagem. Em seguida, é produzido um relatório consistente para tomadas de decisão com foco na segurança da população e do meio ambiente.

Investigação Ambiental Confirmatória

Os Projetos de Investigação Ambiental visam a compreensão qualitativa e quantitativa de áreas potencialmente impactadas.

Nesta etapa, são analisados os aspectos relativos ao meio físico (solo, água e ar) potencialmente contaminado e investigadas as características físico-químicas da contaminação (bem como o seu comportamento no meio ambiente), para enfim avaliar-se o dimensionamento do impacto ambiental, gerado a partir do processo operacional e produtivo da área de interesse.

A etapa de Investigação Confirmatória encerra o processo de identificação de áreas contaminadas, tendo como objetivo principal confirmar ou não a existência de contaminação e verificar a necessidade de se realizar uma investigação detalhada nas áreas suspeitas, identificadas na etapa de avaliação preliminar.

Dessa forma, os resultados obtidos na etapa de Investigação Confirmatória são importantes para subsidiar as ações do órgão gerenciador ou órgão de controle ambiental em apontar os agentes responsáveis pela contaminação e os trabalhos necessários para solucionar o problema.

A contaminação em uma área é verificada basicamente através da coleta de amostras e análises de solo e/ou água subterrânea em pontos estrategicamente posicionados. Em seguida, deve ser feita a interpretação dos resultados das análises realizadas nas amostras, pela comparação dos valores de concentração obtidos com os valores de concentração estabelecidos em listas de padrões definidas pelo órgão responsável sobre o gerenciamento de áreas contaminadas.

Assim, se ao término da etapa de investigação confirmatória uma área for classificada como área contaminada (AC), torna-se necessário executar as etapas do processo de recuperação. Caso contrário, a área será considerada uma área potencialmente contaminada (AP), devendo permanecer em registro (tanto no cadastro como na ficha cadastral) aguardando novas informações. Ou então ela poderá ser excluída do cadastro, quando não for detectada a contaminação e/ou quando não existirem mais atividades potencialmente contaminadoras em funcionamento no local.

Investigação Ambiental Detalhada

A investigação detalhada é a primeira etapa do processo de recuperação de áreas contaminadas. Ela é de fundamental importância para subsidiar a etapa seguinte de avaliação de riscos.

A metodologia utilizada para a etapa de investigação detalhada é semelhante à da etapa de investigação confirmatória, porém com objetivos distintos. Enquanto na etapa de investigação confirmatória o objetivo principal é confirmar a presença de contaminação na área suspeita, na etapa de investigação detalhada o foco é quantificar a contaminação. Ou seja, avaliar detalhadamente as características da fonte de contaminação e dos meios afetados, determinando-se as dimensões das áreas ou volumes afetados, os tipos de contaminantes presentes e suas concentrações. Da mesma forma, deve-se definir as características da pluma de contaminação, assim como seus limites e taxa de propagação.

A metodologia ao longo da etapa de investigação detalhada é constituída basicamente pelos seguintes passos: plano de investigação, coleta de dados na área contaminada e interpretação dos resultados.

Avaliação de Risco Toxicológico à Saúde Humana

Os Procedimentos de Criação de Decisões Ambientais Baseadas no Risco (RBDM), associados a técnicas de Avaliação de Risco, têm sido amplamente utilizados em processos de gerenciamento ambiental, visando eliminar o risco à saúde humana e ao meio ambiente, bem como estabelecer metas de remediação efetivas e viáveis sob aspectos técnicos e econômicos.

Especializada no desenvolvimento de projetos ambientais com base em metodologias de Avaliação de Risco, como o Risk Assessment Guidance for Superfund-Human Health Evaluation (US.EPA) e o Risk-Based Corrective Action (RBCA).

A necessidade do desenvolvimento de um projeto de Avaliação de Risco para uma área contaminada relaciona-se fundamentalmente aos seguintes aspectos:

• Proteção à saúde humana

• Determinação do nível de remediação ambiental necessário

• Estabelecimento de metas de remediação

• Determinação da viabilidade técnica da remediação

• Determinação dos benefícios associados ao processo de remediação

• Priorização de áreas contaminadas

• Priorização de alocação de recursos

• Gerenciamento ambiental integrado

Muitas vezes o planejamento da Avaliação de Risco tem como base estudos ambientais desenvolvidos anteriormente para a área de interesse, tais como a Avaliação Preliminar, Investigação Confirmatória e a Investigação Detalhada. Entretanto, no planejamento deve-se levantar o grau de detalhamento necessário a cada dado ou grupo de informações para que o processo de Avaliação de Risco seja cumprido de forma satisfatória.

O planejamento para a Avaliação de Risco usualmente começa logo após a fase de Investigação Detalhada, podendo, no entanto, ser desenvolvido antes dela, quando a Investigação Detalhada é conduzida associada à fase de Avaliação de Risco . Alguns itens devem ser obrigatoriamente considerados na fase de planejamento, a saber:

• Compilação de dados ambientais existentes sobre a área e consolidação do seu histórico ambiental

• Identificação preliminar das fontes potenciais de contaminação associadas ao processo operacional e produtivo da área de interesse

• Identificação preliminar dos potenciais contaminantes de interesse

• Identificação dos grupos de indivíduos e populações potencialmente expostas

• Identificação do meio físico potencialmente contaminado e dos prováveis caminhos de exposição

• Identificação dos pontos de exposição

• Definição preliminar dos fatores de exposição

• Análise preliminar dos potenciais cenários de exposição

• Descrição preliminar da metodologia a ser empregada para o cálculo do transporte e atenuação de contaminantes no meio físico

• Descrição preliminar da metodologia a ser empregada para a Avaliação da Exposição e Caracterização do Risco

  • Ø      Escopo Básico

O escopo de uma Avaliação de Risco pode variar em detalhe e extensão, conforme a natureza das informações a ser utilizadas (qualitativas ou quantitativas) e com o grau de especificidade dos dados relativos à área de interesse. Outro aspecto importante para definição do escopo de uma avaliação de risco é a complexidade e circunstâncias particulares de cada área, bem como a aplicabilidade dos critérios necessários para o desenvolvimento de projetos desta natureza.

O processo tradicional de Avaliação de Risco à Saúde Humana em Áreas Contaminadas pode ser dividido, segundo EPA (1989), nas seguintes etapas de trabalho.

• Aquisição e Avaliação de Dados

• Avaliação de Exposição

• Análise de Toxicidade

• Caracterização do Risco

  • Aquisição e Avaliação de Dados

Envolvem o levantamento e análise dos dados relevantes para a Avaliação de Risco à saúde humana e a identificação das substâncias presentes na área, que serão indicadoras no processo.

A identificação dos contaminantes presentes em determinada área de sua distribuição espacial, concentração e comportamento no meio físico visa permitir o estabelecimento dos compostos químicos indicadores, que serão:

• Os mais tóxicos, persistentes e móveis.

• Aqueles com maior distribuição espacial e concentração

• Os envolvidos em cenários de exposição mais significativos

  •     Avaliação de Exposição

É uma estimativa da intensidade, freqüência, duração e caminhos da exposição humana, atual ou futura, a determinado composto químico. Tal estimativa é fundamentada nos dados de monitoramento ambiental e resultados da previsão da movimentação e atenuação dos contaminantes por meio de modelagem matemática.

A avaliação é desenvolvida prevendo-se os usos atuais e futuros da área em estudo, sendo necessário que:

• Sejam entendidos os mecanismos de vazamento e transporte do contaminante no meio físico;

• Sejam identificadas as populações expostas;

• Sejam identificados todos os caminhos potenciais de exposição;

• Sejam estimadas as concentrações nos pontos de exposição, para cada caminho específico.

A avaliação das informações obtidas nas etapas descritas acima permite elaborar os cenários de exposição onde são identificadas as várias possibilidades para que o contaminante, a partir da origem da contaminação, atinja as populações potencialmente receptoras. Os resultados da avaliação da exposição são os valores de ingresso dos compostos indicadores para cada caminho de exposição específico (atual ou futuro).

  • Análise de Toxicidade

Define a toxicidade específica para cada composto químico indicador, considerando-se os efeitos adversos à saúde relacionados à exposição ao composto. Para tanto, é necessário avaliar a relação entre a magnitude da exposição, o tipo de efeito adverso e a possibilidade de um determinado composto gerar câncer no indivíduo ao longo da exposição.

Nesta etapa, os bancos de dados toxicológicos servem como fonte de informações sobre a toxicologia e os efeitos adversos à saúde dos compostos indicadores. A análise da toxicidade pode ser dividida em duas atividades principais:

• Identificação dos efeitos adversos - determinação do tipo e magnitude do efeito adverso à saúde que é causado pela exposição a um agente tóxico específico;

• Determinação da dose-resposta - processo de avaliação quantitativa da toxicidade, relacionando-se a dose do contaminante que foi administrada com a incidência de efeitos adversos à saúde em uma dada população exposta.

  • Caracterização do Risco

Integra todos os dados obtidos nas etapas anteriores, tendo como objetivo quantificar o risco. Neste momento, as concentrações do contaminante medidas nos pontos de exposição e as concentrações teóricas estimadas por meio de modelos de transporte de massa são comparadas com os dados toxicológicos específicos do composto de interesse. Essa comparação serve para determinar se os níveis de contaminação atuais ou futuros da área podem gerar algum efeito adverso à saúde humana, segundo os padrões toxicológicos utilizados.

Avaliação de Risco Ecotoxicológico

A Avaliação de Risco Ecotoxicológico é uma ferramenta utilizada para se estimar o perigo ao meio ambiente e (de forma indireta) à saúde humana, que um determinado contaminante e/ou resíduo perigoso possa causar em determinadas situações, como também para tomar decisões de gerenciamento ambiental, elaborar ações corretivas e/ou emergenciais, e quantificar metas de remediação específicas para a área de interesse. A caracterização ecotoxicológica deve ser realizada para complementar a caracterização física e química, com a finalidade de avaliar os impactos potenciais à vida aquática.

A Avaliação de Risco Ecotoxicológico investiga as evidências existentes no que se refere ao potencial de um elemento, composto químico, agente físico ou biológico, de causar efeitos adversos a organismos e ecossistemas expostos à toxicidade ou degradação, e prover, quando possível, uma estimativa da relação entre a extensão da exposição ou degradação e o aumento da probabilidade ou severidade de efeitos adversos.

Esta tecnologia também fornece um elemento crítico para tomada de decisão dos responsáveis pelo gerenciamento e problemas ambientais, fazendo com que a abordagem do problema leve em conta, as informações científicas disponíveis, combinadas com fatores sociais, legais, políticos e econômicos, na seleção de modos de ação.

O Risco Ecotoxicológico pode ser expresso de várias maneiras. Enquanto algumas avaliações provêm uma estimativa probabilística de efeitos adversos e exposição a certos elementos, outras podem ser deterministas ou nivelar qualitativamente através de coletas. Nestes casos, a probabilidade de efeitos adversos é expressa através de comparações semiquantitativas ou qualitativas de efeitos a exposição.

A Avaliação de Risco Ecotoxicológico, assim como Avaliação de Risco Humano, é baseada em dados científicos que são freqüentemente difíceis e complexos, conflitantes ou incompletos. A análise de tais dados para a avaliação de risco depende de julgamento profissional baseado em perícia científica. O julgamento profissional é necessário para: delinear e conceitualizar a avaliação de risco; avaliar e selecionar métodos e modelos; determinar a relevância dos dados disponíveis para a avaliação de risco; desenvolver suposições baseadas na lógica e princípios científicos para preencher as lacunas de informação; e interpretar a importância ecológica de efeitos previstos ou observados.

O processo estratégico de avaliação deve considerar as variáveis físicas e químicas que atuam na distribuição das substâncias antrópicas no ambiente e buscar metodologias de alerta para avaliar conseqüências biológicas de suas interações nos diferentes compartimentos ambientais, incluindo saúde humana.

Modelamento Matemático, GIS e Banco de Dados Ambientais

O Modelamento Matemático Analítico (ou numérico uni, bi e tridimensional de fluxo de água subterrânea e transporte de contaminantes em meio saturado e não-saturado) pode ser aplicado em projetos de Avaliação de Risco, dimensionamento de sistemas de remediação, rebaixamento de aqüíferos em minerações, estabelecimento de perímetros de proteção para áreas sensíveis e na gestão de recursos hídricos regionais.

Para a definição da estratégia de Modelamento Matemático, inicialmente deve-se realizar a avaliação das características das fontes de contaminação e dos compostos químicos de interesse que possam afetar o transporte e atenuação natural no meio físico.

Os seguintes aspectos precisam ser avaliados para a definição da estratégia de Modelamento Matemático:

• Transporte do contaminante no meio físico;

• Particionamento do contaminante no meio físico;

• Transformações químicas do contaminante no meio físico;

• Transformações biológicas do contaminante no meio físico;

• Retenção e Retardação do contaminante no meio físico.

Alguns parâmetros necessários para o desenvolvimento, calibração e validação de modelos matemáticos usados para estimar o transporte e atenuação natural de contaminantes no meio físico.

Alguns parâmetros necessários ao Modelamento Matemático podem ser encontrados em bibliografias disponíveis para consulta, porém deve-se dar prioridade à aquisição de valores específicos para a área de interesse.

Caso o modelo utilizado não seja sensível a um parâmetro em particular e exista um valor conhecido disponível na literatura para este parâmetro, então ele poderá ser utilizado. A determinação dos parâmetros obtidos especificamente para a área será função do tipo de Modelo Matemático utilizado. Ou seja, os parâmetros sensíveis ao Modelamento deverão ser específicos à área de interesse.


Estratégias de Gerenciamento Ambiental Integrado

O Gerenciamento Ambiental Integrado de áreas industriais desenvolvido tem como base a definição de estratégias de curto, médio e longo prazo visando atender, dentre outros, aos seguintes objetivos:

1. Corrigir não conformidades do processo operacional e industrial que tragam impactos ao meio ambiente;

2. Implementar um processo de Investigação Ambiental sistematizado focado na geração de dados para avaliação de risco à saúde humana e no estabelecimento de metas de remediação e/ou planos de monitoramento ambiental continuado;

3. Definir procedimentos operacionais de prevenção a impactos ambientais;

4. Cumprir sistematicamente as demandas corporativas e de órgãos ambientais com base em planos de ação que definam temporalmente a alocação de recursos priorizando a eficiência do processo e a relação custo-benefício.


Estudo de Alternativas de Remediação

Os estudos de Alternativas de Remediação Ambiental são desenvolvidos a partir das metas de remediação expressas na Avaliação de Risco, com o objetivo de identificar a técnica que melhor atenda às concentrações que devem ser alcançadas no menor prazo possível e otimizando a alocação de recursos.
Neste estudo são consideradas tecnologias de remediação da fase residual, tecnologias de engenharia para contenção da contaminação, medidas legais e institucionais para a obtenção da melhor relação custo-benefício e proteção à saúde humana e ao meio ambiente. Também é estabelecido um plano de gerenciamento ambiental consistente e tecnicamente defensável, para a potencial descontaminação das áreas de interesse.

Plano de Adequação Ambiental

Os Planos de Gerenciamento e Adequação Ambiental são desenvolvidos com o objetivo de definir as medidas de curto e médio prazo necessárias à implementação das adequações ambientais relativas aos processos industrial e operacional de áreas industriais, resultantes das etapas do processo de gerenciamento e adequação ambiental proposto e das orientações, na esfera ambiental, emanadas pela Corporação.


O Plano de Gerenciamento e Adequação Ambiental é desenvolvido visando estabelecer uma estratégia de priorização a partir de uma divisão sistêmica para todo o complexo industrial, considerando:

• Demandas Corporativas;

• Processo de acondicionamento da matéria prima, subprodutos e resíduos do processo industrial;

• Classificação e tipo da matéria prima, subprodutos e resíduos do processo industrial;

• Resultados e conclusões das etapas de Diagnostico Ambiental Preliminar e Diagnostico Ambiental Confirmatório, Caracterização Ambiental detalhada e Avaliação de Risco;

• Modelo Conceitual Ambiental desenvolvido para a área industrial.


Um Plano de Gerenciamento e Adequação Ambiental deve priorizar e selecionar subáreas considerando a sinergia entre as mesmas. Ou seja, definir durante o processo de adequação ambiental quais subáreas deverão ser adequadas em conjunto ou prioritariamente, evitando assim o retrabalho e otimizando o binômio custo-benefício.

Projetos, Execução e Obras de Engenharia Ambiental

Elaboração e execução de obras ambientais, como:

• Lagoas de tratamento de efluentes impermeabilizadas com concreto.

• Manta de PEAD-Polipropileno de Alta Resistência.

• Caixas Separadoras de água e Óleo-SAO.

• Galpões para segregação de resíduo com baias.

• Projetos e construção de Aterros sanitários.

• Construções de poços de monitoramento e piezômetros.

• Pisos impermeabilizados em concreto armado.

• Drenagens industriais.

• Projeto de reutilização de efluentes.

• Desassoreamento de lagoas.

• Projetos de redução de lodo resultante de tratamentos de efluentes através de processo de bioremediação.

Dimensionamento, Implantação e Operação de Estações de Tratamento de Efluentes Industriais

O dimensionamento adequado de uma ETE exige uma série de cuidados, incluindo um levantamento minucioso que englobe o tipo de efluente e suas características, a vazão inicial, as futuras ampliações, os locais de captação e lançamento, a disposição final dos resíduos do processo e a possibilidade de reuso do efluente tratado sempre com foco no binômio custo-benefício e na otimização do sistema como um todo.

Também é necessário um levantamento detalhado dos processos operacionais e das instalações da área, por meio de um checklist que poderá apontar a pertinência de novas mudanças nos referidos processos ou instalações.

Com base nos dados previamente levantados, realiza não só as etapas iniciais do processo de implantação (dimensionamentos, layouts, projetos estruturais e de detalhamento) como também executa as obras civis e ativa o sistema, assegurando sua performance dentro dos parâmetros da legislação vigente e capacitando os operadores da indústria através de treinamento especializado. Também podemos assumir a responsabilidade sobre o controle do sistema por tempo indeterminado, cumprindo todas as exigências do órgão ambiental.

Outro trabalho relacionado é o diagnóstico da performance de sistemas já implantados que realmente necessitem de melhorias e readequações, principalmente em função do aumento da vazão de efluentes que estejam acima do dimensionamento inicial e que apresentem dificuldade de operação e eficiência reduzida, refletindo no não atendimento da legislação vigente.

Atuamos ainda, executando drenagens industriais, desassoreamento de lagoas e melhorias no sistema de condicionamento do lodo, incluindo um processo exclusivo de biorredução de massa de 80% (com possibilidade de até 93%) resultando em economia significativa no custo de destinação de resíduo e na construção e implantação de um laboratório de análises.

Nossas parceiras estão capacitadas para realização de projetos que incluam todas as etapas envolvidas no processo de gerenciamento ambiental e de áreas contaminadas, bem como o planejamento de estratégias de gestão ambiental de natureza corretiva, preventiva ou ligada a certificações de qualidade, empregam diversas técnicas e metodologias para contenção e ou remediação conforme os tipos de contaminantes descobertos na área infectada.

Projetos de Carbono

No desenvolvimento de Projetos de Carbono MDL (Mecanismos de Desenvolvimento Limpo), atuamos em todas as etapas do ciclo de projeto:

  • ·         Desenvolvimento de Idéia de Projeto (PIN);
  • ·         Elaboração do Documento de Concepção de Projeto (PDD);
  • ·         Acompanhamento de Validação do Projeto pela Entidade Operacional Designada (DOE);
  • ·         Aprovação do Projeto junto a Autoridade Nacional Designada (DNA);
  • ·         Registro no Mecanismo de Desenvolvimento Limpo da Convenção Quadro das Nações Unidas para Mudanças Climáticas (UNFCC)
  • ·         Monitoramento do Projeto através de visitas periódicas para coleta de dados e verificação de procedimentos e registros
  • ·         Acompanhamento das autoridades periódicas de Verificação do Projeto pela entidade Operacional Designada durante todos os anos do projeto, para emissão das Reduções Certificadas de Emissão (CER);
  • ·         Inventários de emissões de gases causadores do efeito estufa (GEE) baseados na ISO 14.064
  • ·         Comercialização de CER junto aos compradores nacionais e internacionais, buscando sempre as melhores ofertas;

Estamos constantemente desenvolvendo novas metodologias para projetos inovadores de CDM e temos experiência em inventários de GEE (Gases de Efeito Estufa) para empresas e indústrias. Além disso prestamos consultoria técnica e ministramos palestras, seminários e cursos sobre toda a temática de mudanças climáticas

Área de Atuação:

Projetos de Carbono: (MDL) Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, da bolsa de Chicago (CCX) e dos Mercados Voluntários;

Mudanças Climáticas, voltadas para as características do mercado brasileiro.

Projetos de credito para Estações de Tratamento de Esgoto (ETE)

Agrobusiness: Coleta e destruição do metano (CH4) em sistemas anaeróbios de tratamentos de dejetos consiste na captação do biogás através de cúpulas fabricadas em PVC ou PEAD, ancoradas às margens da lagoa de estabilização de efluentes ou dispostas sobre as lagoas em estruturas flutuantes... para Granjeiros Integrados (suinocultura e avicultura) estudos de viabilidade para projetos de recuperação de metano em sistemas de tratamento de efluentes e co-geração de energia elétrica, com reaproveitamentos de resíduos agrícolas (casca e bagaço) em Termoelétricas.

Acompanhamento integral deste a fase de concepção do projeto, realizando toda analise de viabilidade técnica e financeira, produção de documentação para registro do projeto junto ao Ministério de Ciência e Tecnologia e nos organismos internacionais, estabelecendo plano de monitoramento para garantir performance superior em projetos e prospecção de mercados para venda de créditos e busca de financiamento interno e externo.

Busca de alternativas vaiáveis para projetos, remedições, auditorias, consultorias, voltadas ao meio ambiente sustentável. 

Software livre em tecnologia GEO-SIG Sistema de Informações Geográficas

Desenvolvimento de softwares livres (Terralib) de mapeamento de redes de água, esgoto e drenagem, de informação geográfica em apoio a gerência comercial, operacional, buscando a organização, sistematização e disponibilização de informações para o saneamento ambiental utilizando ferramentas de informação geográfica e outro voltado à área de Administração Publica direcionado ao Cadastro Imobiliário;

Geoprocessamento é um conjunto de tecnologias, voltadas a coleta e tratamento de informações espaciais, para um objetivo específico. As atividades envolvendo o geoprocessamento são executadas por sistemas específicos, mais comumente chamados de SIG - Sistemas de Informação Geográfica.

Georeferenciamento é um processo de mapeamento realizado com imagens de satélite combinadas com alta tecnologia. Georeferenciar uma imagem ou um mapa, significa tornar suas coordenadas conhecidas num dado sistema de referência;

  • Geoprocessamento no uso e ocupação do solo, no cadastro rural, urbano e das redes hídricas;
  • Sensoriamento remoto aplicadas no levantamento e monitoramento dos recursos naturais;
  • Meteorologia, na transmissão de uma expressiva parcela dos boletins diários de previsão de tempo produzido pelo CEPTEC;
  • Engenharia e Tecnologia Espacial, envolvem o gerenciamento técnico e administrativo de projetos.
  • Capacitação e Suporte, aumento da eficácia em suas operações e estimulando o progresso através da mudança e desenvolvimento pessoal.

Incineração e destinação final de resíduos

Incineração 

A Incineração será realizada através do equipamento em operação na unidade de tratamento térmico RGL 600 SE, com tecnologia alemã que otimiza as relações de combustão, ou seja, realiza um balanço entre combustível, comburente e temperatura ideal para eliminar ao máximo a emissão de gases nocivos e sustentar a autocombustão, não necessitando de combustível auxiliar. Para o início do processo são utilizados querosene ou gás natural, pois após esta etapa a reação de combustão ocorre por meio dos gases gerados a partir dos resíduos incinerados, constituindo-se num sistema auto-sustentável.

Destinação final de resíduos

O aterro Classe I destina-se a resíduos industriais perigosos que caracterizam-se por serem inflamáveis, corrosivos, reativos, tóxicos e/ou patogênicos. No aterro Classe I podem ser dispostos resíduos como lodos de estação de tratamento de efluentes e galvânicos, borras de retífica e de tintas, cinzas de incineradores, areias de fundição, resíduo sólido da caixa separadora de água e óleo, entre outros

Este aterro Classe 1, esta devidamente licenciado, em operação comercial, com capacidade de estocagem de 14.000m3. O projeto foi desenvolvido dentro das mais modernas técnicas (ABNT NBR 10157), garantindo total segurança ambiental. Uma cobertura móvel na área de descarga dos resíduos terá a finalidade de proteger a célula das intempéries e impossibilitar a geração de percolados.

Este aterro está provido ainda de sistema de drenagem e tratamento de chorume, obrigatório para atender as normas técnicas e ambientais vigentes. 

Esperamos com tudo isto, proporcionar-lhes o que temos de melhor na área ambiental.

Podem sempre contar conosco, teremos o maior prazer em atende-los da forma mais eficiente possível.